Emergência



Neste poema pequeno do Mario Quintana ele fala da (ou de uma) utilidade do poema. É comum encontrarmos quem pense em arte como algo inútil, ou melhor, não-útil. Em um certo sentido podemos mesmo categorizar as coisas como úteis e inúteis. A questão é o que pensamos sobre o "ser inútil".

O poeta e professor Rubem Alves, no início do seu livro "A educação dos sentidos" sobre a inutilidade das coisas. Existem coisas (e pessoas, e estados, e situações..) que devem mesmo ser inúteis, não-úteis. Essas, são as que não cumprem um papel do fazer, do resolver, do executar...

O poema do Quintana, assim como muitas outras peças da imaginação, nos "serve"para o desafogamento da vida, do dia, da alma. É útil, essa coisa inútil chamada poema? Um afogado sabe. Eu sei!

Emergência

Quem faz um poema abre uma janela.

Respira, tu que estás numa cela abafada,

esse ar que entra por ela.

Por isso é que os poemas têm ritmo

- para que possas profundamente respirar.

Quem faz um poema salva um afogado.

Mario Quintana


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Charbel Chaves Fotografia

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